CONTRIBUIÇÕES
DA EMBRAPA AO ENSINO DISTÂNCIA
Lucio Brunale
Marília Paranhos
Embrapa-Brasil
1. A
Identificação da Embrapa
A Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) é uma instituição
do Estado brasileiro, vinculada ao Ministério da Agricultura
e do Abastecimento.
A missão da
empresa, permanentemente submetida ao crivo crítico da
sociedade brasileira e de seus pares científicos, expressa
bem a abrangência dos seus compromissos, que se desenvolvem
sob as macro orientações do Governo brasileiro e baliza-se,
simultaneamente, pelos aspectos relacionados ao agronegócio
nacional.
"Viabilizar
soluções para o desenvolvimento sustentável do agronegócio
brasileiro por meio de geração, adaptação e transferência
de conhecimentos e tecnologias em benefício da
sociedade" constitui, assim, a missão da Embrapa,
ressaltando-se que a mesma se faz cumprir "levando-se em
conta a promoção do agronegócio brasileiro em consonância
com as políticas governamentais e as expectativas do
mercado".
A expressão
econômica e social dos resultados alcançados pela Embrapa ao
longo de seus 27 anos de existência permite que ela se situe
em elevado patamar de crédito e respeito científico e tecnológico,
especialmente pelos benefícios que tem trazido ao
desenvolvimento brasileiro como um todo e ao do agronegócio
em particular.
Considerando
apenas o ano de 1999, o Lucro Social da Embrapa — que
inclui em seu cálculo os impactos das principais tecnologias
desenvolvidas e transferidas à sociedade, os indicadores
laborais e os indicadores sociais — totalizou recursos da
ordem de seis bilhões de reais (R$ 6.456.540.922,72), com
reflexos diretos em melhor qualidade de vida tanto para a
população rural, quanto para a população urbana.
Esses
resultados são também o reflexo da abrangência de temas que
compõem a pauta de programação de P&D, e de
desenvolvimento e administração da Embrapa.
Atualmente, a
empresa tem o planejamento e o acompanhamento de todas as suas
atividades técnicas e de pesquisa organizadas sob um total 18
Programas, abarcando grandes temas, que compreendem desde a
avaliação, manejo e recuperação de recursos naturais;
conservação e uso de recursos genéticos; e pesquisas básicas
em biotecnologia, até o desenvolvimento de diferentes
sistemas de produção; colheita, pós-colheita, transformação
e preservação de produtos agrícolas; incluindo, igualmente,
as pesquisas relacionadas a proteção e avaliação da
qualidade ambiental, automação agropecuária, bem como o
suporte a programas de desenvolvimento rural e regional, o
intercâmbio de informação, o aperfeiçoamento dos sistemas
estaduais de pesquisa agropecuária, a administração e
desenvolvimento institucional.
Mais
recentemente, foi criado um programa específico sobre
transferência de tecnologia, tema sobre o qual vamos nos
deter um pouco mais adiante, por sua vinculação ao objetivo
principal desta reunião — a educação a distância.
Esses programas
foram formulados e estão sendo desenvolvidos em repostas às
questões maiores colocadas pelas políticas do Governo
brasileiro como essenciais ao pleno desenvolvimento do setor
agropecuário, agroindustrial e florestal do País.
Os projetos que
compõem cada um desses programas são formulados por
pesquisadores da Embrapa, que lideram estudos na área específica
para a qual se buscam as soluções tecnológicas. Seu
desenvolvimento dá-se por meio da execução de subprojetos
que resultem mais adequados para o atendimento das demandas
prospectadas junto aos representantes dos mais diversos pontos
das cadeias do agronegócio e daqueles que lhes tangenciam.
No ano
corrente, a Embrapa aprovou e está implementando um total de
805 projetos, que perfazem 3.501 subprojetos, com o aporte de
recursos financeiros da ordem de cinqüenta milhões de reais
(R$ 52.304.149,20), destinados a custeios, e originados do
Tesouro nacional e de outras fontes.
Desde já, fica
evidenciada a acentuada e estratégica importância que a
Embrapa dispensa à questão da parceria, tanto no âmbito
interno como no externo, sendo, por isso mesmo, um dos valores
que, com destaque, compõe o Plano Diretor da Empresa, o que,
inclusive, justifica a nossa presença nesse encontro.
Adiantando um pouco a nossa fala, consideramos este o momento
oportuno para estabelecermos as bases do que, num futuro próximo,
possa a vir constituir um Programa de Educação a Distância
para o Meio Rural dos Países do Mercosul.
A cada dia que
passa, mais claro fica, em todas as instâncias, especialmente
para os países como os representados nesta reunião, a
necessidade de conjugar esforços de toda natureza (capital
intelectual, especialmente) para a busca e para a transferência
de soluções, desejáveis por todos nós, no permanente
desafio que é o de produzir alimentos de alta qualidade para
as nossas populações, em quantidade que satisfaça as
necessidades de mercado, adotando, diuturnamente, os cuidados
que a natureza requer para a sobrevivência harmônica das
atuais e futuras gerações.
Em linguagem
mais simplificada, são esses os pressupostos comungados não
só pela Embrapa, mas também por todo o Sistema Nacional de
Pesquisa Agropecuária (SNPA), por ela liderado, que inclui,
além da própria Embrapa, todas as demais Organizações
Estaduais de Pesquisa Agropecuária e algumas das mais
importantes universidades brasileiras.
A distribuição
geográfica das unidades que compõem o SNPA dimensiona a sua
abrangência. Todas as regiões brasileiras estão cobertas
pelo Sistema, instituindo-se, em cada uma delas, unidades mais
afeitas às suas vocações naturais de produção e de
desenvolvimento ambiental.
Por isso, no
caso da Embrapa, há unidades especializadas por produtos
(animais e vegetais: soja, suínos e aves, arroz e feijão,
gado de corte etc), por características ecorregionais
(cerrados, semi-árido, pantanal, clima temperado etc);
unidades temáticas (recursos genéticos e biotecnologia,
instrumentação agropecuária, etc); e serviços
especializados (monitoramento por satélite, negócios tecnológicos,
comunicação para a transferência de tecnologia), além da
sede da empresa, que está estrategicamente localizada em Brasília,
capital do País.
Por sua vez, as
organizações estaduais constituem unidades cujos programas
de pesquisa & desenvolvimento imprimem maior ênfase à
busca de solução e transferência tecnológica para o
atendimento de demandas identificadas como prioritárias ao
desenvolvimento do agronegócio no âmbito estadual.
As
universidades são parceiras também tradicionais da Embrapa.
É através delas que a empresa renova, permanentemente o seu
capital intelectual, além de obter permanente colaboração
em atividades de pesquisa desenvolvidas em conjunto,
implementadas nos campi universitários e nos campos e
laboratórios da empresa.
No âmbito
internacional, os programas de cooperação técnico-científica,
que a Embrapa vem desenvolvendo com centros de pesquisa de
praticamente todos os continentes, têm ampliado o fluxo de
introdução de novos conhecimentos necessários ao
desenvolvimento do agronegócio brasileiro, e, ao mesmo tempo,
têm posicionado o Brasil como um dos importantes centros de
referência de tecnologia tropical: apenas no ano passado, a
Embrapa recebeu e encaminhou 24 missões estrangeiras
interessadas nos conhecimentos de suas diferentes unidades de
pesquisa.
Em especial, o
fortalecimento da integração e da cooperação regional em
P&D no âmbito do Mercosul — formalmente citado no relatório
oficial da Embrapa ao divulgar as suas atividades recentes—
nos motiva a buscar, neste encontro, as bases técnicas
preliminares para a formulação de um "Programa de Educação
a Distância para o Meio Rural dos Países do Mercosul".
Também é este
um dos motivos que nos inspira o exercício de, aqui, detalhar
um pouco mais o perfil de nossa empresa a fim de que possamos
traduzir os alicerces conceituais sobre os quais a Embrapa
pauta suas ações — entendimento esse que consideramos
essencial para uma possível definição de ação conjunta
sobre educação a distância.
2. A
Contextualização da Embrapa
Para realizar
sua programação, a Embrapa conta, em seu quadro de pessoal
com 8.619 profissionais, sendo 2.064 pesquisadores (52% com
Mestrado e 43% com Doutorado) e 6.555 técnicos de apoio à
administração e à pesquisa. É um quadro altamente
especializado, distribuído, como visto anteriormente, por
todo o País, e que, portanto, exige o comungar de referências
conceituais mínimas, de modo a propiciar o alcance satisfatório
dos objetivos de trabalho definidos nos programas, projetos e
subprojetos de P&D da empresa, por eles liderados.
Especialmente
nos últimos cinco anos, esses profissionais, direta ou
indiretamente, têm participado de significativas mudanças na
empresa. É todo um repensar de natureza conceitual, que
busca, como principal resultado, o realinhamento estratégico
da empresa, para fazer face às grandes transformações que têm
ocorrido no ambiente externo, que, de resto, têm provocado o
repensar de empresas dos mais variados portes e com as mais
diversas missões.
As grandes
transformações — que, aqui, citamos de passagem —
incluem o fenômeno da globalização, as pressões exercidas
sobre o meio ambiente (degradação ambiental, aumento
populacional etc), a reforma do Estado brasileiro, a pressão
dos consumidores e a revolução tecnológica (meios de
comunicação, métodos e equipamentos de pesquisa científica).
A essas
transformações, acrescem-se forças específicas do agronegócio,
que afetam tanto as ações de pesquisa como as ações de
desenvolvimento agropecuário, e que são identificadas como
tendências do agronegócio brasileiro. Também nos limitamos,
aqui, a citá-las de passagem: a necessidade de aumento da
eficiência produtiva; ajustamento estrutural (inserção de
temas como lazer e turismo ecológico, deslocamento da cadeia
de grãos e de proteína animal para a região centro-oeste
brasileira); e o surgimento de movimentos sociais organizados
de reinvindicação por acesso à terra.
Dentre outras
questões, a detida análise e discussão de cada uma dessas
transformações orientou a Embrapa na elaboração de seu
"III Plano Diretor – Realinhamento Estratégico 1999
–2003", onde se encontram os conceitos que situam,
hoje, a Embrapa frente aos desafios postos diante de tantas e
profundas transformações. A missão, a visão e os valores
da Embrapa, sua concepção a respeito de negócio (mercado,
produtos, clientes e parceiros), seus objetivos e diretrizes
estratégicas lá estão expostos, e constituem o marco de
referência de onde derivam a Política de P&D, a Política
de Negócios Tecnológicos e a Política de Comunicação da
Embrapa.
Mais do que
simples documentos, o III Plano Diretor da Embrapa e suas três
políticas (P&D, Negócios Tecnológicos e Comunicação)
constituem aquilo que gostamos de chamar de alicerce
conceitual e gerencial da empresa. Eles expressam os princípios
que fazem parte da nossa cultura embrapiana, a nossa forma de
propor e conduzir nossos trabalhos dentro da empresa, o modo
como esperamos ser bem sucedidos no enfrentamento das
transformações citadas e no cumprimento de nossos
compromissos estabelecidos com a sociedade.
Mas, por que
toda essa "quase ode" ao alicerce conceitual e
gerencial da Embrapa? O que isso tem a haver com esta reunião?
Consideramos
verdadeiramente oportuno uma cooperação de natureza técnica,
que envolva todos os países aqui representados, no
estabelecimento conjunto de uma proposta de programa de educação
a distância. É nosso desejo atingir total transparência a
respeito do pensamento da Embrapa sobre questões que, até
ainda recentemente, eram tidas como delicadas. E isso tem relação
direta com o conceito mesmo de transferência de tecnologia,
aqui estreitamente associado à educação a distância.
Para elucidar o
ponto principal que consideramos necessário permear nossas
discussões, vale a pena citar, aqui, os primeiros parágrafo
da apresentação da Política de Negócios Tecnológicos da
Embrapa, porque é importante a comunhão desse conceito para
a proposta que temos a apresentar.
"A razão
fundamental que leva a Embrapa a se envolver com negócios
é a constatação de que isso é um poderoso instrumento
de transferência de tecnologia, não só porque
propicia melhor e maior distribuição dessa tecnologia,
mas também pela valorização explícita que traz a essa
tecnologia.
Nos
últimos 20 anos, as mudanças no campo da transferência
de tecnologia têm sido profundas, com relevância para a redução
da atuação do setor público, o crescimento da
atuação de agentes privados, a modernização da
tecnologia de comunicação que alterou profundamente a velocidade
de fluxo de informação tecnológica, e o surgimento
de sistemas de produção mais precisos e
sofisticados, exigindo informação mais precisa e mão-
de- obra capacitada.
Multiplicaram-se
os agentes de extensão rural e assistência técnica,
tornando imperiosa a necessidade de aumentar a capacidade
de negociação, para incorporar todos estes setores ao
esforço de transferência de tecnologia realizado pelos
agentes da extensão pública e por outros agentes
sociais.
No cerne
dessa decisão há uma idéia muito importante: a consciência
de que aquele que está disposto a investir qualquer
coisa, seja tempo, dinheiro ou reputação, para
ter acesso a uma tecnologia e para participar de uma mudança,
estará igualmente disposto a fazer tudo a seu
alcance para que essa tecnologia e essa mudança sejam
bem-sucedidas.
Daí deriva
a convicção de que as tecnologias da Embrapa e de
seus parceiros não devem ser simplesmente doadas, e de
que alguém deve ajudar a pagar por elas. Não precisa
ser o usuário final. Muitas vezes, não deve ser o usuário
final, pelo risco que este custo adicional pode trazer
à permanência desse usuário na atividade social ou econômica
que essa tecnologia vai mudar.
Para alguns,
essas diretrizes soam, às vezes, de modo doloroso, dentro e
fora de nossa instituição.
Há ainda uma
tendência, explicável mesmo por razões históricas que não
cabe discutir aqui, de se reduzir o discurso da transferência
tecnológica ¾ especialmente quando tratamos de tecnologias
mais ligada às questões da produção e consumo de alimentos
e outros produtos derivados da atividade rural ¾ a uma quase
situação de "assistência social", num sentido
bastante pejorativo, de "clientelismo político,
viabilizado pela transferência tecnológica ao meio
rural".
A Embrapa tem,
enfatizamos, desenvolvido várias ações no sentido de
superar esses problemas, de aperfeiçoar todo o processo de
transferência de tecnologia frente aos desafios de toda uma
sociedade em transformação. Uma dessas ações culminou com
a ainda recente criação do Serviço de Comunicação para a
Transferência de Tecnologia (SCT), da qual somos o responsável
maior, respondendo por sua Gerência-Geral.
Dentre suas
atribuições principais, o Serviço de Comunicação para a
Transferência de Tecnologia busca direcionar seus esforços
para organizar a informação disponível para transferência
tecnológica, ao mesmo tempo em que imprime ênfase na questão
da capacitação para a transferência e para o uso das
informações e tecnologias.
Estamos tecnica
e politicamente convencidos de que em ambos os aspectos — o
da organização da informação e o da promoção da capacitação
para o emprego adequado dessas informações — a educação
a distância tem função ímpar para tornar viável todo o
processo de transferência tecnológica. Também por isso,
nosso objetivos institucionais estão perfeitamente afinados
com os objetivos desta reunião.
Em estreita
colaboração com o Serviço de Comunicação para a Transferência
de Tecnologia e, também destinado a reforçar as ações de
transferência tecnológica, foi também recentemente criado o
Serviço de Negócios Tecnológicos, dentro daquela concepção
que constitui mesmo o cerne da Política de Negócios Tecnológicos
da Embrapa: assumir a questão do negócio como poderoso
instrumento de transferência de tecnologia.
Neste exato
momento, estamos desenvolvendo o levantamento de Quem é
Quem na extensão rural e assistência técnica pública e
privada, para que, a partir daí, possamos definir um programa
de capacitação de técnicos que atuarão como
multiplicadores nas questões envolvidas na transferência de
tecnologia. É um amplo estudo, envolvendo empresas públicas,
indústrias de insumos, equipamentos, implementos, máquinas,
sementes, produtos químicos, cooperativas, pontos de venda e
de revenda.
Só a natureza
das instituições, que estão envolvidas no processo de
transferência de tecnologia, já dá para termos uma idéia
aproximada de que a própria organização da informação
destinada à transferência traz, em si embutida, a questão
do negócio tecnológico.
Ninguém está
afirmando que as tecnologias úteis ao desenvolvimento sustentável
devam onerar a sociedade. O que afirmamos, por todo o exposto
até aqui, é que as instituições que geram conhecimentos e
tecnologias fazem parte de um mundo real, onde, hoje, a
competição por recursos é determinante da sobrevivência ou
não da capacidade de essas instituições continuarem a
desenvolver suas missões. Um mundo que está passando por
transformações que indicam, claramente, que o capital
intelectual de que uma dada nação possa dispor (a capacidade
de uma nação gerar bens culturais, como é o caso dos
conhecimentos científicos) já é determinante, nos dias
correntes, da, ainda que relativa, autonomia social, política
e econômica que permita a essa nação forjar o seu futuro.
Seguramente,
todos aqui presentes estão comprometidos com os idéias de
suas instituições, de seus países. E também certamente, se
estamos aqui reunidos, é porque vislumbramos na educação a
distância uma poderosa forma de transferir tecnologias para o
meio rural, de multiplicar nossa capacidade de contribuir para
o desenvolvimento de cada um de nosso países. Nenhum de nós
veio aqui comprar ou vender tecnologia. Mas, todos nós
sabemos que o que quer que seja que aqui concordemos em fazer
juntos terá um custo. É esse custo que desejamos discutir,
dentro dos princípios e valores que expusemos. Como estamos
todo o tempo pensando em cooperação técnica, já podemos
adiantar que nossa moeda de troca, muito menos que recursos
financeiros diretos, será a nossa capacidade de
disponibilizar produtos de informação que sejam de utilidade
no emprego da educação a distância.
Em conclusão,
vamos apresentar os esforços que temos envidados,
relacionados à educação a distância, mas, mais importante
que isso, dizer um pouco de nosso potencial para participarmos
da elaboração e implementação de um Programa de Educação
a Distância para o Meio Rural dos Países do Mercosul.
3.
Contribuições da Embrapa ao Ensino a Distância
3.1 Principais
Ações Desenvolvidas
a) Dia de Campo
na TV
Já realizados
25 eventos, sobre os temas a seguir listados. Não estão aqui
citados os Dias de Campo tradicionais, por compreeender uma
listagem muito grande e ser atividade rotineira das ações de
transferência de tecnologia desenvolvidas pela Embrapa:
Temas já
apresentados
Controle biológico
de pragas do milho
Redução de
intervalo entre partos em bovinos
Controle
integrado da mosca-branca
Piscicultura
Plantio direto
de feijão
Utilização de
cana e uréia na recria de bovinos
Produção de
hortaliças em pequena escala
Manejo da
caatinga para fins pastoris
Sistema
intensivo de produção de carne a pasto
Manejo de
coberturas vegetais em citros – uma alternativa sustentável
Programa de
integração agricultura e pecuária
Plantio direto
de arroz
Manejo do algodão
irrigado
Reprodução
animal
Alternativas
para o tratamento e utilização dos dejetos suínos
Sistemas
agroflorestais: diversificação da produção na pequena
propriedade agrícola
Utilização do
ultra-som no diagnóstico de prenhez em bovinos e eqüinos
Projeto Silvânia
(Agricultura Familiar)
Campanha do
milho
Integração
lavoura-pecuária forrageira na entressafra
Soja
Sigatoca-negra
Qualidade do
leite
Qualidade no
transporte e armazenagem de grãos
Arroz irrigado.
Veiculação
: por Parabólica, AmazonSat e REIT
Cobertura:
Brasil
TV Escola
Parceria
envolvendo a UNESCO e o Ministério da Educação e do
Desporto
Produção de
10 vídeos, levados a 215.000 escolas estaduais e municipais
do ensino médio e fundamental, abordando os seguintes temas:
Explosão
demográfica
Crescimento
urbano
Energia
Erosão e
desertificação
Poluição
Biodiversidade
I
Biodiversidade
II
Floresta
Desenvolvimento
sustentável
Sociedade e
meio ambiente
Teleconferências